Da mãe que ansiosamente aguarda o telefonema do filho que a distância separa, sente hoje ainda mais, a vontade de ser criança e daquele abraço que palavras não descrevem… A saudade da filha, que sempre amou o Natal, por ter o amor dos pais e depois de um deles, perto da altura de celebrá-lo, partir para jamais voltar, aguardar ansiosamente a altura do reencontro celestial e do abraço dolorosamente prometido.
A saudade da mulher amada, que no ventre carrega o fruto do amor verdadeiro e que a vida teima manter longe para o bem maior dos dois, aguardando o abraço, agora a 3 que o seu corpo protege.
E é isso o Natal: o abraço sentido. O abraço que o amor exige e que o corpo manifesta instintivamente.
Recebe pois o meu abraço. Forte, carregado de amor sincero, regado com muita saudade e com um “Feliz Natal” carinhoso nos lábios. De mim, para ti.
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